04 jun 2013

Notícias da edição 2013 do Curso de Sistematização de Experiências Sociais

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O Curso de Sistematização de Experiências Sociais 2013, realizado durante o mês de maio, contou com a participação de profissionais de organizações sociais e consultores autônomos, entre elas: Rede Ubuntu, Instituto Lina Galvani, Instituto 5 Elementos, Datafolha / Células de Transformação, Instituto Arcor Brasil, Plano CDE ELOHIM Consultoria e Pesquisa S/A, Instituto PROF, Ação Comunitária do Brasil, Elo Socioambiental Educação e Administração. O curso tratou do projeto de sistematização, seus sentidos, métodos e procedimentos.

Os depoimentos abaixo, colhidos durante e após o curso, trazem a voz dos participantes:

Participar do curso está sendo uma experiência incrível. Antes do primeiro módulo fui surpreendida com uma ótima referência de leitura, o que foi um bom começo para as reflexões que estavam por vir. Mas as referências não pararam por aí. Durante o primeiro módulo, Cristina nos apresentou vários autores ressignificando falas, conteúdos, ideias e ampliando de forma significativa o conceito de sistematização de experiências. Dialogar com todas as ideias trazidas e construídas no grupo está sendo um aprendizado importante, não apenas para ampliar conhecimentos, mas também para dar um novo sentido e direção para as ações que realizo na instituição. (Maria Cristina Lefevre)

O curso de sistematização de experiências sociais superou minhas expectativas, se eu fizer uma análise objetiva que relacione o que eu esperava encontrar à transformação que vivi, mas posso também dizer, sem me contradizer, que cumpriu o esperado, visto que “a experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca” (citando Bondía). Essa formação me abriu caminho para um novo e riquíssimo processo no que diz respeito à reflexão e aprendizagem a partir da prática. (Verônica Borges)

A partir do curso de sistematização de experiências sociais foi possível compreender a proposta de utilizar a intervenção social como uma forma de aprendizado da prática. Para tanto, é necessário revisitar noções básicas de forma conjunta, tais como conhecimento, experiência, a própria prática e, além disso, repensar os tempos institucionais. A partir desse exercício pode-se chegar a uma experiência de produção de conhecimento que é plural e, ao mesmo tempo, única. (Manuela Cordeiro)

 

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