1. Ação Comunitária São José Operário

A organização participou da formação com duas representantes, ambas assistentes técnicas: Ana Paula Passos e Vanderléa Preto de Souza. Ambas registraram práticas das quais participaram, apresentadas a seguir.

1.1. Projeto Alimentação e Higiene

Ana Paula da Silva Passos

A ideia deste trabalho foi exercitar o processo de registro e reflexão sobre a minha prática cotidiana na Organização Ação Comunitária São José Operário junto às crianças com as quais atuo como assistente técnica.

Contexto

A organização não governamental Ação Comunitária São José Operário, localiza-se na Rua Daniel Mongolo, 99 Conjunto José Bonifácio em Itaquera. Foi fundada em 9 de dezembro de 1983. No início o intuito era o de ajudar as crianças e adolescentes de família de alta vulnerabilidade social e resolver os problemas corriqueiros da comunidade como: saúde, desemprego, falta de iluminação pública, segurança, entre outros. Somando o esforço de todos, fomos alcançando grandes resultados para a nossa comunidade. Hoje ela é vista como uma entidade que contribui para a formação social da comunidade e mantém uma articulação permanente com o CRAS – Centro de Referencia de Assistência Social de Itaquera, além da articulação com outras redes sócio assistenciais locais e políticas públicas setoriais. Temos uma parceria firmada (convênio) com a Prefeitura da Cidade de São Paulo – SMADS, desde dezembro de 1983 e tivemos o privilegio de sermos fortalecidos pelos parceiros: (CEMAS, Instituto Avisa Lá, Instituto Pão de Açúcar, SAS – Secretária Assistência Social, entre outros).

Todos esses fatores nos levaram ao crescimento. Hoje temos vários núcleos de atendimento como: CCA-Centro para Crianças e Adolescentes, CJ-Centro da Juventude, SASF – Serviço de Atendimento Social a Famíliaem Domicilio, CEI-Centrode Educação Infantil.

O Projeto Alimentação e Higiene

Este projeto teve por objetivos: promover o consumo de alimentos saudáveis; transmitir conhecimentos básicos sobre culinária, possibilitando às crianças conhecerem os diversos tipos de alimentos e as vitaminas compostas em cada um deles, bem como as comidas típicas das diversas regiões; dar orientações sobre a importância da higiene bucal e corporal. Com vistas a contribuir para a promoção de saúde de uma forma atraente, lúdica e educativa, foram utilizados como estratégias para este trabalho: livros didáticos, filmes, exposição, construção de um mural e atividades lúdicas.

O projeto foi realizado durante seis meses com crianças de 06 a 09 anos de idade, atendidas pela Ação Comunitária São José Operário. A experiência aqui registrada se refere apenas a 1ª etapa do projeto, onde fui observadora. As atividades foram aplicadas pela orientadora Kátia.

Infelizmente, não pude estar presente em todas as atividades, mas espero que nas próximas etapas a serem desenvolvidas as crianças tenham um bom desempenho e saibam preparar a receita na prática (acompanhadas pelo orientador), sejam participativos nas visitas culturais e que cooperem na confecção do vídeo, cartazes, painéis. Além disso, que todos sejam colaboradores na confecção do Book.

O planejamento

A primeira etapa foi uma discussão promovida pela Gerente, Assistente e Orientadora Social para planejarmos de que forma iríamos trabalhar o projeto, após algumas reuniões elaboramos as atividades divididas por etapas de acordo com o mês a ser desenvolvido.

A sequência didática foi planejada para acontecer durante seis meses (de maio a outubro) com dois encontros semanais de duas horas com a turma (período da manhã e período da tarde), intercalando teoria e prática, totalizando quatro horas semanais. No mês de julho, devido às férias, não desenvolvemos o projeto, as atividades foram direcionadas à recreação, jogos, passeios e outros.

Estratégias

Diferente da estratégia de trabalho utilizada pela escola formal, trabalhamos por meio de projetos, o que acreditamos ser um ponto importante para que as crianças apresentem interesse pela leitura e escrita. As atividades relacionadas ao projeto são prazerosas, pois são as crianças que escolhem e elaboram as receitas com a ajuda do orientador e trocas das mesmas com suas famílias. A reescrita é feita com mais prazer, pois não faz o papel da cópia, e a leitura é realizada pelo orientador. Além disso, foram realizadas atividades de contação de histórias e atividades paralelas, como cruzadinha, caça palavras, forca, complete a lacuna.

Conteúdos a serem abordados

  • Hábitos alimentares
  • Valor nutritivo das frutas, legumes, verduras, carnes, cereais, leite e seus derivados
  • Hábitos de higiene e cuidados com o corpo
  • Conteúdos de leitura e escrita

Etapas de desenvolvimento

1ª etapa (1º ao 4º encontro) – maio a junho

No primeiro encontro foi feita a apresentação do projeto em uma roda de conversa. Não pude estar presente neste dia, porém a orientadora me comunicou que as crianças gostaram da proposta e questionaram por várias vezes quando iria iniciar as atividades.

No dia seguinte iniciaram-se as atividades referentes ao projeto. Notei, durante o desenvolvimento das atividades em sala com as crianças, que elas apresentaram pouco conhecimento sobre os alimentos: conheciam alguns tipos de hortaliças, legumes, grãos, porém não sabiam de seus valores.

Em relação à higiene corporal a maioria apresentava conhecimentos satisfatórios sobre os cuidados com o corpo, citando alguns cuidados como: tomar banho, pentear, lavar e prender os cabelos para evitar o piolho (pediculose) e escovar os dentes. Após as citações das crianças, a orientadora começou a leitura do texto “A importância da higiene” e explicou sobre o suor, o uso do fio dental, higiene dos pés e mãos entre outros. As crianças ficaram surpresas com tantos cuidados que devemos ter com o nosso corpo.

A orientadora prosseguiu com a leitura do livro “Manual Prático para uma alimentação saudável” da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS – SP). Nesta atividade as crianças aprenderam sobre a prática alimentar, números de refeições diárias e a classificação dos alimentos. Após a explicação da orientadora, a mesma solicitou que, em grupo, localizassem em revistas alimentos (legumes, frutas, verduras) e dividissem por grupos (energéticos, construtores e reguladores) para a construção da pirâmide alimentar. Antes de colarem, desenharam a pirâmide na cartolina com as classificações alimentares e cada um foi construindo parte da pirâmide. As crianças encontraram dificuldade no momento de colar os alimentos na pirâmide, mas com a intervenção da orientadora conseguiram concluir a atividade. No decorrer da atividade houve alguns questionamentos e perguntas sobre os alimentos e suas funcionalidade do nosso organismo, exemplo: Para que serve o carboidrato?  O que o leite faz no nosso organismo?

A orientadora esclareceu todas as dúvidas, dizendo para a Gabriele que o leite é um dos maiores fornecedores de cálcio, mineral envolvido na formação dos ossos e dentes, e para Geovanna que o carboidrato é a maior fonte de energia para o organismo e pode ser encontrado no arroz, pão, massas e outros.

Não houve dificuldade para desenvolver as atividades, pois os conhecimentos que as crianças demonstraram não possuir puderam adquirir por meio da leitura, desenhos, ilustrações e outros. A orientadora conseguiu esclarecer todos os questionamentos de acordo com o texto desenvolvido em sala e também pelos exercícios das atividades paralelas (cruzadinhas, caça palavra), realizadas após o término da pirâmide.

Todos se integraram muito bem, com respeito uns aos outros, aguardando a sua vez quando precisavam perguntar algo e na também na troca de materiais utilizados na sala. Tudo foi muito significativo para eles, imagino que pelo fato de tomarem consciência de que a má alimentação pode levá-los a deficiência nutritiva, podendo comprometer futuramente a saúde de cada um.

No 3º encontro foram entregues kits de higiene (escova dental, fio dental e creme dental). A orientadora fez uma roda de conversa na qual prestou orientações e demonstrou como é feita a escovação.

Foi feito um armário com divisórias para cada criança guardar o seu kit. A escovação é feita diariamente após a refeição.

Devido às férias escolares, no mês de junho não demos continuidade ao projeto, trabalhamos jogos de mesa, recreação, gincanas, esporte e passeios. Essas atividades responderam aos seguintes objetivos:

  • Esportes: Estimular hábitos saudáveis; motivá-los da necessidade das práticas esportivas; trabalho em equipe; respeito ao adversário. Treino para campeonato no SESC Inter CCA’S.
  • Jogos de Mesa: Estimular as crianças e adolescentes a manterem interação, participação coletiva, concentração nos jogos desenvolvendo o raciocínio e planejamentos estratégicos.
  • Recreação: Estimular o desenvolvimento de competências colaborativas, tais como: planejamento em equipe, comunicação eficaz, liderança compartilhada, apoio mútuo, confiança, entre outras.
  • Passeios: Ampliar o universo cultural e promover a autonomia, do acesso e da socialização com outros valores.

Próximas etapas

Ainda estão previstas as seguintes etapas de execução do projeto, divididas aqui de acordo com os meses correspondentes:

Mês: Agosto

  • Artes em geral: vamos trabalhar a dança: Verde que te Quero Verde – Aline Barros e Salada de Fruta – Xuxa
  • Dramatização: Ratinho Escovando os Dentes e Tomando Banho (Castelo Ra-Tim-Bum)
  • Confecção de jogos (jogo da memória higiene, dominó dos alimentos, etc.)
  • Trabalhar na prática as receitas que foram reescritas por eles na cozinha do CCA, com o acompanhamento de um orientador.

As danças e a dramatização serão divididas por grupos (turma da manhã e turma da tarde) do seguinte modo:

  • Turma manhã: Dança – Verde que te Quero Verde e Dramatização – Ratinho tomando banho.
  • Turma tarde: Dança – Salada de fruta – Xuxa e Dramatização – Ratinho escovando os Dentes.

Mês: Setembro

  • Confeccionar Vídeo com a música de Arnaldo Antunes “Lavar as mãos”.
  • Atividades paralelas.
  • Ensaio uma vez por semana as danças e dramatização.
  • Montagem dos encartes das visitas culturais.

Mês: Outubro

  • Finalização do livro de receitas.
  • Confecção de um Book por turma sobre a alimentação e higiene onde será entregue para as famílias.
  • Ensaio uma vez por semana as danças e dramatização

Mês: Novembro

  • Apresentação (dança, dramatização) nas escolas de educação.

Mês: Dezembro

  • Feira Cultural para expor os trabalhos das crianças realizados durante o projeto, aberto as famílias e comunidade.

Avaliação

  • A avaliação será realizada por meio de:
  • Auto avaliação: reflexão para que as crianças analisem sua própria aprendizagem,
  • Apresentação com máscaras: cada criança se caracteriza com uma fruta e explica suas utilidades, demonstrando assim os conhecimentos adquiridos,
  • Registros no caderno diário do orientador, de forma continua, observando-se os seguintes critérios: interesse, assiduidade, higiene, realização das receitas sem desperdício de mercadorias, de forma criativa e zelosa.

Aprendizagens

No decorrer dessa formação acredito que dei um grande passo, pois só o fato de estar participando da formação pedagógica, significa muito, já que não sou orientadora social, mas a partir da formação estou aprendendo a trabalhar as questões pedagógicas e multiplicando para os orientadores. Percebi por meio dos registros a necessidade que tinham deste olhar.

Estive como observadora em sala, onde observei o desenvolvimento das atividades e percebi o quanto é importante a nossa orientação, para um bom desempenho, também a interferência do orientador social para que haja uma boa interação dos educandos, vi no olhar de todos a alegria de estar participando, cada um com sua criatividade e imaginação, mas sempre com os mesmos objetivos: realizar o produto final, saber desenhar, pintar reescrever, ler, etc. Realizei os pontos necessários para o andamento do projeto, junto às crianças do CCA, como as quais,  atuo como assistente técnica. Com estas observações consegui, destacar aprendizagens que podem ser úteis para outros educadores com atuação similar.

A formação em relação ao desenvolvimento do projeto deste ano me deixou mais confiante e nos favoreceu muito na sistematização e na responsabilidade de cumprir o que se programou. Aprendi a avaliar os pontos positivos e os pontos que não deram certo pela participação dos educandos e pelas atividades propostas pelo orientador. Esse processo de aprendizagem se fez por meio da sistematização da prática e pela observação realizada em sala.

1.2. Projeto Agentes de Comunicação Social

Vanderléa Preto de Souza

Para a experiência de sistematização desenvolvida nas Oficinas CASA7 escolhemos o Projeto Agente de Comunicação Social, que foi desenvolvido com jovens de 15 a 23 anos, por um período de aproximadamente quatro meses, onde realizamos dois encontros semanais de duas horas, totalizando sessenta e quatro horas.

Contexto

José Bonifácio é um distrito situado na zona leste de São Paulo, na Sub Prefeitura de Itaquera. Um bairro predominantemente residencial, com uma grande quantidade de prédios populares (conjuntos residenciais). Por se tratar de uma região muito populosa, nem sempre a população tem clareza de seus direitos, e esse foi o nosso trabalho: comunicar com essa população.

O projeto foi desenvolvido por perceber que os jovens tinham pouco conhecimento da história do bairro e por acreditarmos que é de suma importância a comunicação, sendo que esta nem sempre é utilizada de maneira adequada, apesar de vivermos na “Era da Tecnologia”. Falamos aqui tanto da comunicação verbal escrita (livros, cartazes, cartas, telegramas, etc.) quanto da comunicação verbal oral (rádio, TV, telefone, etc.).

Este projeto foi elaborado a fim de colaborarmos para que os jovens se tornassem mais críticos e reflexivos como cidadãos, se conscientizassem de seu verdadeiro valor como cidadãos e do quanto podem contribuir para a formação da realidade de seu entorno.

Planejamento

Nosso primeiro passo foi o planejamento do trabalho. Escolhemos que trabalharíamos o passado e o presente, de modo que os jovens pudessem fazer um comparativo e refletir sobre o futuro do bairro, buscando estratégias para conscientizar a população e fazer contato com órgãos competentes, no sentido de contribuir e minimizar as problemáticas observadas.

Por meio deste trabalho planejamos abordar os seguintes conteúdos:

  • História do Conjunto José Bonifácio
  • Problemáticas do entorno;
  • Comunicação verbal escrita;
  • Comunicação verbal oral;
  • Procedimentos de elaboração, edição e revisão de textos;
  • Elaboração de um plano de ação.

Etapas desenvolvidas

Na primeira etapa solicitamos aos jovens que no caminho para a ONG visualizassem possíveis problemas do entorno para discussão em sala. Isto deu subsídios a uma discussão, a partir da qual foram selecionados os problemas. Os jovens foram então a campo para registro por meio de fotografias ou vídeos.

Fizemos uma caminhada na qual os jovens registraram por meio de fotos e escrita aquilo que era observado e escolhemos duas problemáticas relacionadas aos problemas que havíamos discutido anteriormente, que foram: (1) a situação do entorno da Estação José Bonifácio, onde há muito mato, lixo e alto número de assaltos e (2) a questão das drogas que predominam nossas praças, ruas e parques.

A atividade teve uma ótima aceitação e despertou questionamentos nos jovens, tais como: Como surgiu o bairro? Foi fundado em que ano? Qual o número da população?  O que devemos fazer para melhoria de nosso bairro? A quem recorrer para levar as nossas reivindicações?

Na segunda etapa (5º ao 8º encontro), de posse dos registros visuais, os jovens construíram um texto descritivo e legendas para as fotos, se preocupando em registrar as datas. Fizemos um bate-papo das problemáticas com nossos jovens, a partir daí elaboramos o questionário para ser realizado junto à população do entorno. No questionário havia perguntas como: nome, endereço, quanto tempo moram no bairro, se achavam que houve melhora no bairro.

Houve dificuldades na elaboração dos textos, muitos dos jovens se sentem constrangidos pelo fato de não saberem elaborar um texto. Como educadores, vemos a necessidade de cada um, sabemos que não podemos fazer o papel da escola, mas também não devemos fechar nossos olhos a isso, então os jovens escrevem e reescrevem de modo melhor, mas claro e enriquecendo seu vocabulário. O interesse dos jovens, que se veem como parte do projeto, fez a diferença e contribuiu para que o educador conduzisse e refletisse com os jovens as dificuldades da escrita e curiosidades diversas.

Na terceira etapa (9º ao 13º encontro) foram realizadas pesquisas para levantar informações a respeito do território e das problemáticas escolhidas: uma pesquisa junto à população mais antiga do bairro e um levantamento documental em bibliotecas (jornais e revistas, coletânea de fotos ou documentos antigos). Por meio das fotos antigas e do registro fotográfico atual, realizado pelos jovens, estes puderam fazer um comparativo.

Foram muitos os questionamentos, o que entendemos como um sinal muito positivo. Os jovens foram em busca de materiais que amenizassem seus questionamentos. Foram à biblioteca, pesquisaram e até trouxeram para a ONG todo o material para apresentar aos demais amigos do curso. Como o tempo era restrito e a biblioteca fica um pouco distante da organização, não foi possível concluir a pesquisa num único dia. Assim, agendamos uma nova data para a conclusão da pesquisa. Fizemos a segunda visita à biblioteca e finalizamos o levantamento documental.

Para a pesquisa de campo, preparamos os nossos jovens e saímos pelo entorno com o questionário preparado pelos jovens, canetas e pranchetas. O nosso público alvo foram os moradores mais antigos do bairro e destes foram entrevistados cerca de 10.  Os jovens tiveram um papel muito importante nesta pesquisa, eles interagiram com os moradores, e se sentiram como repórteres questionadores.

O questionário tinha questões relativas à percepção dos moradores em relação ao bairro, investigando em especial se houve melhorias no bairro. Os entrevistados disseram que ouve melhora como: o transporte público, saneamento básico, ruas asfaltadas, postos de saúde entre outros. Entendemos que há ainda muito a fazer pelo nosso bairro, por exemplo, nos chamou a atenção a questão da limpeza e segurança do entorno estação de trem e do Conselho Tutelar. Para estas questões vamos buscar soluções mediante a próxima fase do projeto.

A partir da tabulação dos dados da pesquisa documental e de campo os jovens fizeram vários textos a respeito do assunto.

Do 14º ao 21º encontro – Após a pesquisa concluída, convidamos um profissional (advogado), que nos falou um pouco sobre a Constituição Federal Brasileira e nos orientou. A partir daí, vamos buscar soluções em órgãos competentes para nos ajudar a sanar ou amenizar os problemas do bairro.

Do 22º ao 26º encontro – Os jovens irão redigir um ofício aos órgãos competentes e elaborar uma palestra para a população do entorno. Mediante a explanação do profissional (advogado), redigimos um oficio ao qual levamos a Sub Prefeitura de Itaquera, e estamos aguardando ansiosos pelo resultado.

Avaliação

A avaliação foi realizada durante todo o desenvolvimento do projeto. Além do questionário aplicado, pudemos perceber em suas falas e postura como este projeto veio a contribuir, pois hoje eles têm uma compreensão de texto melhor, tanto que estão elaborando a palestra e os slides a serem apresentados, como também suas contribuições. Enfim estamos aguardando ansiosamente o dia da palestra para podermos prestigia-los.

 Aprendizagens

Educador e educandos neste projeto tiveram a oportunidade de se aprimorarem quanto a:

  • Sistematização de um trabalho: como planejar as atividades, como ela se organiza, como aconteceu, como registrar, como documentar, a pratica das etapas, os avanços, os desafios.
  • Trabalho em equipe: a importância de saber trabalhar em equipe é fundamental para todos, em virtude de que, o trabalho em equipe sempre beneficiará a todos, fazendo assim, que o sucesso, os objetivos e as amizades, sejam sempre alcançados.
  • Descobertas de habilidades: as habilidades enfocam atributos relacionados não apenas ao saber-conhecer, mas também ao saber-fazer, saber-conviver e ao saber ser.
  • Perceber o seu bairro: ao perceber o bairro, os jovens puderam fazer um comparativo do ontem e do hoje e buscaram estratégias no sentido de melhoria para as problemáticas do entorno.
  • Tornaram-se leitores e escritores bem melhores: durante todo o projeto os jovens leram vários artigos sobre o bairro, escreveram e reescreveram textos para a aprimorar a escrita.
  • Perceberam a importância de desenvolver capacidades, de focar o olhar, perceber e compartilhar aprendizagens. Durante todo o nosso projeto o nosso planejamento teve que ser revisto a cada etapa em decorrência dos conhecimentos dos jovens,  as articulações e aprimoramentos em que as atividades eram realizadas.
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